Nossas dores
Estaremos publicando as perguntas freqüentes e suas respostas, sempre preservando as identidades dos participantes. Poderemos organizar melhor as questões originais  com a finalidade de torná-las mais simples e objetivas. 
1. Minha vida está muito mal, tanto no aspecto amoroso como no financeiro; acho que fizeram um trabalho contra meu marido para que assim fosse. O que a Umbanda pode fazer por mim?

 "Trabalhos" ou outros tipos de magias só "pegam" nas pessoas se elas estão predispostas para que isto aconteça. Predispostas no sentido de não estarem atentos para a necessidade de uma postura de vida onde prevaleça a brandura, a caridade, a ausência de irritação, a necessária resignação para com muitas coisas que não são mesmo para serem resolvidas e sim serem aceitas, etc.

De qualquer forma, sempre é muito questionável dizer que nos fizeram  isto ou aquilo. Muitas vezes nossos problemas são apenas oportunidades que nos são dadas pelo Pai Maior para que possamos rever algumas coisas e aprender outras. Quando conseguimos descobrir o que cada vicissitude traz escondida em forma de aprendizado, talvez não precisemos mais passar por ela.

A Umbanda não existe para resolver problemas amorosos ou financeiros ou de qualquer outro tipo, especificamente. A Umbanda existe para ensinar as pessoas a amarem e a se conectarem com a espiritualidade superior, o que deverá trazer a paz e o entendimento das leis divinas a cada espírito, especialmente a lei maior de causa e efeito. Nada nos acontece sem uma causa anterior, traçada por nós mesmos. Umbanda é a Lei Divina.

Sugerimos que procure um bom centro, onde possa se aconselhar nesse sentido com as entidades manifestadas na casa.


2. Tenho um amigo que acredita que seus relacionamentos amorosos e sua vida não progridem porque uma pessoa fez "macumba". Pode me ajudar a ajudá-lo?

Sugerimos que o você procure um centro sério em sua cidade onde seu amigo possa ser tratado, mesmo porque, somente uma entidade manifestada, um guia, poderia afirmar tal coisa. Mesmo assim, por uma questão de caridade, os guias ou protetores, não costumam entrar no mérito desta questão, porque se alguém fez alguma coisa para seu amigo, é porque ele "permitiu". Permitiu como? Permitiu através de seu temperamento.
Se somos nervosos, irritados ou gostamos que todas as coisas sejam de nosso jeito e não toleramos muito as contrariedades da vida, estamos sempre vibrando numa freqüência de ondas médias, que é onde nossos desafetos do passado também vibram (o ser humano quando está bem vibra em ondas curtas).
Como dá para se perceber, a maioria das coisas às quais atribuímos a "trabalhos feitos", macumbas, etc, nada mais são que ações de nossos próprios desafetos ou obsessores, na medida que nos sintonizamos com eles em nossos desequilíbrios, mesmo que pequenos.
Resumindo, se seu amigo não melhorar como pessoa, nem mesmo um bom centro poderá fazer nada por ele, pois a melhora que vai obter será apenas passageira, pois no momento seguinte atrairá para seu campo áurico outro obsessor de seu passado.
1. Minha vida está muito mal, tanto no aspecto amoroso como no financeiro; acho que fizeram um trabalho contra meu marido para que assim fosse. O que a Umbanda pode fazer por mim?

 "Trabalhos" ou outros tipos de magias só "pegam" nas pessoas se elas estão predispostas para que isto aconteça. Predispostas no sentido de não estarem atentos para a necessidade de uma postura de vida onde prevaleça a brandura, a caridade, a ausência de irritação, a necessária resignação para com muitas coisas que não são mesmo para serem resolvidas e sim serem aceitas, etc.

De qualquer forma, sempre é muito questionável dizer que nos fizeram  isto ou aquilo. Muitas vezes nossos problemas são apenas oportunidades que nos são dadas pelo Pai Maior para que possamos rever algumas coisas e aprender outras. Quando conseguimos descobrir o que cada vicissitude traz escondida em forma de aprendizado, talvez não precisemos mais passar por ela.

A Umbanda não existe para resolver problemas amorosos ou financeiros ou de qualquer outro tipo, especificamente. A Umbanda existe para ensinar as pessoas a amarem e a se conectarem com a espiritualidade superior, o que deverá trazer a paz e o entendimento das leis divinas a cada espírito, especialmente a lei maior de causa e efeito. Nada nos acontece sem uma causa anterior, traçada por nós mesmos. Umbanda é a Lei Divina.

Sugerimos que procure um bom centro, onde possa se aconselhar nesse sentido com as entidades manifestadas na casa.


2. Tenho um amigo que acredita que seus relacionamentos amorosos e sua vida não progridem porque uma pessoa fez "macumba". Pode me ajudar a ajudá-lo?

Sugerimos que o você procure um centro sério em sua cidade onde seu amigo possa ser tratado, mesmo porque, somente uma entidade manifestada, um guia, poderia afirmar tal coisa. Mesmo assim, por uma questão de caridade, os guias ou protetores, não costumam entrar no mérito desta questão, porque se alguém fez alguma coisa para seu amigo, é porque ele "permitiu". Permitiu como? Permitiu através de seu temperamento.
Se somos nervosos, irritados ou gostamos que todas as coisas sejam de nosso jeito e não toleramos muito as contrariedades da vida, estamos sempre vibrando numa freqüência de ondas médias, que é onde nossos desafetos do passado também vibram (o ser humano quando está bem vibra em ondas curtas).
Como dá para se perceber, a maioria das coisas às quais atribuímos a "trabalhos feitos", macumbas, etc, nada mais são que ações de nossos próprios desafetos ou obsessores, na medida que nos sintonizamos com eles em nossos desequilíbrios, mesmo que pequenos.

Resumindo, se seu amigo não melhorar como pessoa, nem mesmo um bom centro poderá fazer nada por ele, pois a melhora que vai obter será apenas passageira, pois no momento seguinte atrairá para seu campo áurico outro obsessor de seu passado.

Se a pessoa não quer se modificar para ser mais feliz e portanto se distanciar de seus desafetos do passado, as entidades estariam interferindo no livre arbítrio da mesma (fazendo por ela o que seria de sua obrigação,  pois afinal estamos nesta nova vida para nos libertarmos dos antigos defeitos), o que se caracterizaria como magia negra.



 
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1.        Sou viúvo há muitos anos e crio sozinho meus filhos adolescentes. Desde pequeno, sempre tive certeza de que nunca estava sozinho, mesmo brincando. Notei que meu fardo, em relação à  família, é um pouco pesado mas não estou reclamando. Há alguns anos descobri a umbanda e nela me encontrei. Infelizmente recebi, geneticamente, o problema de alcoolismo de minha família, mas não o quero  mais em minha vida, pois sei  que isso atrapalha o desenvolvimento de minha mediunidade. Mas é incontrolável, mais forte que tudo e acabo bebendo nas  horas de folga. Fico arrependido e me achando fraco. Pergunto: isso é apenas uma fraqueza pessoal ou pode haver algum espírito que nestas horas me domina?  O mais interessante é que detesto bares.

Gostaríamos de esclarecer, se o amigo permite, que o alcoolismo não é uma doença hereditária. Acreditar nisso seria completamente contra os preceitos da umbanda, onde estamos submetidos à lei maior de causa e efeito.

Seria como transferir para nossos familiares uma parte da nossa responsabilidade, como as nossas dores. Se por um lado é confortador pensarmos que é genético, por outro nos tira completamente a possibilidade de resolvermos o problema, pois ele nos foi "passado". Isso vira quase uma "maldição" e nosso Pai Maior, em sua justiça suprema, não permitiria esse tipo de coisa.

Carma é aquele de nascimento: o lugar que nascemos, a família, nossa cor, nosso sexo, nossa inteligência, a perda de uma esposa, etc. Problemas de percurso, como alcoolismo, por exemplo, não.

As causas desse tipo de problema, geralmente, são de dois tipos: primeiro devemos verificar que tipo de coisa estamos querendo acalmar ou "esquecer" ou amenizar, nos escondendo atrás de um vicio qualquer (quer dizer, alcoolismo não é o problema, é só uma decorrência - o verdadeiro problema é a dificuldade de nossos espíritos de lutarem contra as frustrações da vida - nos achamos fortes, mas às vezes não o somos suficientemente e aí nosso fardo, mesmo inconscientemente, começa a pesar... e aí, também inconscientemente, procuramos coisas para anestesiar a nossa dor); em segundo lugar não podemos nos esquecer nunca que dentro da lei justa da causa e efeito, não podemos ser ingênuos e achar que nunca fizemos mal a ninguém em outras vidas.

E se fizemos, todos nós, naturalmente, temos que admitir que uma ou outra de nossas vítimas podem não ter nos perdoado e, hoje, querem mais é nos prejudicar, o que é fácil; é só por o dedo na ferida, dando intuições negativas, do tipo  "...mas é incontrolável, mais forte que tudo e acabo bebendo..." Tudo o que fazemos, sentimos ou pensamos, que não é razoável, não é nosso.

Portanto, você precisa fazer uma reforma interior no sentido de se resignar com seu fardo, de verdade, se irritar menos (pois a irritação abre as brechas para os desafetos se aproximarem), mesmo que veladamente, pois a vida nunca é exatamente do jeito que sonhamos e, ao mesmo tempo, precisa de um trabalho de desobsessão, pois, obviamente, existem irmãozinhos menos esclarecidos a atormentar você.



2.        Não consegui me formar nos cursos que tentei e meu casamento não deu certo; no campo profissional não consigo dar certo. Vivo sendo humilhado e meus filhos vivem brigando. Outro filho vive deprimido e não luta o suficiente pela vida. Vivo sozinho e não consigo ninguém. Quero muito continuar estudando para melhorar meu trabalho e minha vida mas não consigo meios. Não agüento mais tantas dificuldades e peço uma orientação sobre o que fazer para resolver isso tudo.

Infelizmente a proposta deste site não é dar orientações de nível pessoal, até porque na FGC somente quem faz isso são as entidades manifestadas na casa. Como encarnados não temos condições de saber do carma das pessoas e por qual razão estaríam passando pelas dificuldades e contratempos que a vida nos apresenta.

Apenas compreendemos que nossas vicissitudes parecem estar na relação direta da necessidade de nossso aprendizado pessoal. Isto é, parece que cada um de nós vem para mais uma vida com um planejamento familiar, intelectual, de saúde, etc, que propicie que  passemos por umas tantas dificuldades para aprender aquelas coisas que fomos deixando ao largo, para trás, no decorrer de vidas anteriores. Nos referimos aos nossos pequenos defeitos; aqueles que certamente todos temos.

Alguns de nós vieram para aprender a ser menos invejosos ou ciumentos, ou mais generosos ou menos rancorosos, ou quem sabe ainda mais tolerantes e pacientes, resignados, etc, etc. O fato é que o Pai Maior vai nos proporcionando sucessivas oportunidades, inclusive colocando pessoas, por vezes, tidas como difíceis na nossa vida, que deveriam despertar nossa compaixão e tolerancia e não nossa irritação, etc. Oportunidades de resgatar os enganos do passado também.

Mas com fé e determinação, com certeza, seremos todos aprovados de ano nesta escola da vida, quando pudermos compreender e transformar nossos problemas em oportunidades de aprendizado.

Temos que ter esperança de que, com certeza, nossos amigos espirituais estão olhando por nós, intuindo e torcendo para que tomemos as decisões certas; intuindo e torcendo para possamos despertar a cada dia alegres, apesar de tudo; apesar da dor passageira, apesar da incompreensão momentanea dos homens e apesar das aparentes injustiças e limitações que a vida parece nos impor.

Alegres porque já compreendemos que tudo aquilo que nos acontece, se acreditamos verdadeiramente em Deus e em seus desígnios, nestes breves momentos que passamos sobre o planeta, certamente o que passamos é o melhor para nós neste momento.